quarta-feira, 30 de março de 2011

Bordighera, Monet




A mescla de cores em sua firmeza de ânimo
vibram em meados dos lusco fusco ou dias acinzentados
elevam o espírito numa luminosa nimbar magnânimo
brincam de cingir, flâmula em sua forma decantado

A leveza da brisa, o refrigério que ela nos dá
o outono chegando e a certeza do aconchego que vem deste
os aromas e sabores os encontros e amores
todos os momentos quiçá

O recolhimento o redescobrimento da alma
a reflexão divina a paz interior
a personalidade de quem fala
ao eco exterior

7 comentários:

  1. Jamais cale tua veia lírica...

    Beijinho com eco...

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  2. Obrigada Ana pela visita e pelo comentário, ainda engatinhando um dia escrevo como vc :)...

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  3. Encantada pela delicadeza e beleza dos seus escritos
    luz
    Ana

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  4. Obrigada Ana, encantada fiquei em seu cantinho... já estou te seguindo, beijos***

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  5. Obrigada pelas palavras, fiquei feliz, especialmente por me seguir...já estou te seguindo também.Parabéns pelo belo blog!
    Luz
    Ana

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  6. Um desejo de ficar para sempre dentro desse poema !...

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  7. Teus poemas são delicados e encantadores como uma tela de Monet (que eu adoro!). E vc muito modesta moça, rs, beijão!

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