sexta-feira, 20 de maio de 2011

O tempo e meus Templos


O tempo e meus Templos


Das etapas,
o desenvolvimento
tão contínuo e obrigatório
singular e tão preciso.
O tempo e meus Templos

Das moradas,
em meio à fartura
no meio de regras,
em tantas conjecturas,
em cenários congruentes.

Dos preceitos,
a inquietude no saber
entre interrogativas,
temas, debates
a decifração, conhecimento.

Dos indivíduos
sempre complexos,
uma infindável lista de variações.
Estes sempre beirando a margem
a linha tênue do lidar.

E da vida
ainda que cedo,
mesmo que breve,
até o presente
simples crisálida.



2 comentários:

  1. Belo e Claro o seu Templo !... Principalmente por dentro.

    Um beijo !...

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  2. Lindas imagens... principalmente a da vida como uma crisálida que mesmo que simples, exala para todos o seu perfume. Gostei daqui menina Monet, beijos!

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